às vezes se espera com tanta apreensão um momento que, quando o dito cujo finalmente chega, deparo-me com a súbita sensação de "não sentir". apática. "de cara", como se diz.
na fuga de explicação e entendimento, a procura da preguiça, sempre presente, e quando não, lembrada.
tantos encaixes e auto explicações dos fatos em suas decorrências que é melhor assistir e deixar-se levar pelo vento provocado pelo barco que corre.
2008 foi muita informação!
quando me bate esses momentos de "olhar parado", penso em minha mãe, na saudade que sinto e nos quatro dias que tenho, a partir de hoje, para contar o ano que passou por mim em 10 segundos. 10 segundos e nem mais 5 minutinhos. dormi muito pouco este ano, e teria soltado uma gargalhada para quem me contasse o tanto de trabalho que me aguardava.
"foi um ano de muita luta, só ficou quem era pra ficar. e você, minha filha, sempre sorrindo, sempre tranquila, sempre com sorriso no rosto..." palavras de quem já estava na terra quando cheguei para conhecer.
consegui em um ano o que queria em um ano. e por ironia, ou não, cá estou apaixonada tal como há um ano. porém, como tudo em mim, diferente.
encontrei a maldita tranquilidade tão almejada em alguém que exalava confusão, pelos copos roubados do bar, pelos cigarros de palha de marca vagabunda, pelas cachaças tomadas como água. por mim ninguém faz nada. eu ofereço vontades.
"confie sempre no seu bom humor". nunca mais me esqueci disso, desde o dia em que escreveram pra mim, em letras pequenininhas que sonham com um laptop à beira mar.
acho que, além do sorriso que não se contenta, o que não muda mesmo é o cabelo. continou o mesmo. nunca pintei. prefiro cheiro do que cor.
na fuga de explicação e entendimento, a procura da preguiça, sempre presente, e quando não, lembrada.
tantos encaixes e auto explicações dos fatos em suas decorrências que é melhor assistir e deixar-se levar pelo vento provocado pelo barco que corre.
2008 foi muita informação!
quando me bate esses momentos de "olhar parado", penso em minha mãe, na saudade que sinto e nos quatro dias que tenho, a partir de hoje, para contar o ano que passou por mim em 10 segundos. 10 segundos e nem mais 5 minutinhos. dormi muito pouco este ano, e teria soltado uma gargalhada para quem me contasse o tanto de trabalho que me aguardava.
"foi um ano de muita luta, só ficou quem era pra ficar. e você, minha filha, sempre sorrindo, sempre tranquila, sempre com sorriso no rosto..." palavras de quem já estava na terra quando cheguei para conhecer.
consegui em um ano o que queria em um ano. e por ironia, ou não, cá estou apaixonada tal como há um ano. porém, como tudo em mim, diferente.
encontrei a maldita tranquilidade tão almejada em alguém que exalava confusão, pelos copos roubados do bar, pelos cigarros de palha de marca vagabunda, pelas cachaças tomadas como água. por mim ninguém faz nada. eu ofereço vontades.
"confie sempre no seu bom humor". nunca mais me esqueci disso, desde o dia em que escreveram pra mim, em letras pequenininhas que sonham com um laptop à beira mar.
acho que, além do sorriso que não se contenta, o que não muda mesmo é o cabelo. continou o mesmo. nunca pintei. prefiro cheiro do que cor.