não gosto de finais de ano.
o achismo de mudança sobre a velha sensação de nostalgia causada por ônibus lotado, calçadas impacientes, brinquedos coloridos nas vitrines e uma preferência por vermelho, em tudo, pra mim é puro pão e circo. "mas é óbvio que as pessoas se comportem assim.", uma amiga disse...e tive preguiça de prosseguir perguntando "por quê?".
ando muito impaciente com erros que, em um ano cheio de reflexões auto comportamentais, sei que também cometo. e não me orgulho quando me falam que, o que eu digo e penso, sempre tem um peso maior.
"o seu problema, thalita...é o jeito."
logo, ando sem estratégias pseudo educadas para revidar ofensas. mas, dentro de um cotidiano que só tem me ajudado, a indiferença sempre foi grande amiga.
o achismo de mudança sobre a velha sensação de nostalgia causada por ônibus lotado, calçadas impacientes, brinquedos coloridos nas vitrines e uma preferência por vermelho, em tudo, pra mim é puro pão e circo. "mas é óbvio que as pessoas se comportem assim.", uma amiga disse...e tive preguiça de prosseguir perguntando "por quê?".
ando muito impaciente com erros que, em um ano cheio de reflexões auto comportamentais, sei que também cometo. e não me orgulho quando me falam que, o que eu digo e penso, sempre tem um peso maior.
"o seu problema, thalita...é o jeito."
logo, ando sem estratégias pseudo educadas para revidar ofensas. mas, dentro de um cotidiano que só tem me ajudado, a indiferença sempre foi grande amiga.